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Arquivo da categoria: Foco Ambiental
Foco Ambiental –> ÚLTIMA EDIÇÃO DESSA 1º TEMPORADA: Boas Matérias para Encerrar essa 1º TEMPORADA.
Curiosidades sobre a Fauna a Flora
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001
– A cidade de Santos (SP) tem o maior jardim de praia do mundo (218.800
m²) que molduram as praias com 1.746 espécies vegetais, reconhecidos
pelo Guinness Records.Clique aqui para visualizar a notícia oficial.
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002 – Rio Claro foi a primeira cidade do Estado de São Paulo e a segunda do país a receber energia elétrica, em 1885.
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003
– No Egito, não havia florestas, e para a construção de embarcações e
edifícios, era preciso buscar madeira em outras terras.
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004
– Cerca de três toneladas de lixo espacial flutuam a menos de 200 Km do
solo e, é composto de restos provenientes dos objetos lançados pelo
homem no espaço, que circulam ao redor da Terra com velocidade
aproximada de 28 mil Km/h.
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005 – Uma espécie de sapo, o Epibpedobates tricolor que vive no Equador e Peru, apresenta em sua pele a toxina epibatidina que é um analgésico 200 vezes mais forte que a morfina.
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006
– No Parque Estadual do Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro (SP)
há um jequitibá-rosa de cerca de três mil anos. Esta árvore conhecida,
também, por Patriarca de Floresta, é um dos organismos vivos mais
antigos da Terra, com 40 metros de altura, circunferência de 11 metros e
3,6 metros de diâmetro.
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007
– Existem mais plantas medicinais nas florestas tropicais do que nas
florestas boreais. O motivo é que elas precisam lutar mais contra os
insetos e as bactérias, nas matas tropicais. Com isso, as plantas
adquiriram armas químicas, que a partir de um tempo pra cá começaram a
serem usadas na farmácia ocidental.
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008
– Enquanto o Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil comemoram o Dia da
Árvore em 21 de setembro, pois nessas áreas o período chuvoso tem início
com a primavera, no Norte e Nordeste a data é festejada em março,
coincidindo com a estação chuvosa. O Decreto 55.795 de 24 de fevereiro
de 1965 é que determina a última semana de março como período para a
realização da Festa Anual das Árvores.
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009
– Há 2.000 anos, a população mundial correspondia a 3% da população
atual, enquanto o volume de água permanece o mesmo até hoje.
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010
– A maior ilha do mundo banhada ao mesmo tempo por mar e rio,
localizada no delta do Amazonas, o Marajó é um santuário ecológico digno
de ser preservado.
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011
– Nos primeiros três anos de vida do cedro, as raízes crescem até um
metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem só 4 a 5
centímetros. Aos quatro anos o cedro começa a crescer – 20 centímetros a
cada ano – e só aos 40 anos produz sementes.
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012
– O baobá, árvore de origem africana, tem o tronco mais grosso do
mundo, podendo chegar a medir 20 metros de circunferência e a viver até 6
mil anos de idade.
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013
– O Pantanal é a maior área alagável das Américas. Seu cenário
freqüentemente confundido com o do pântano se diferencia pelo ciclo de
cheias e secas da região.
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014
– A grande parte da biomassa animal é composta por invertebrados, isto
é, o peso de todos os animais que não tem vértebras, é muito maior que a
de todos os Vertebrados somados.
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015 – Sakurajima radish é uma espécie de nabo Japonês, originário da Ilha de Sakurajima, que pode atingir os 30kg. (Visualização do nabo)
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016 – Ginkgo biloba é a espécie viva de árvore mais antiga do planeta, chamada por Darwin de “fóssil vivente”.
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017 – Chamaedorea angustisecta é
uma palmeira dióica. Suas flores masculinas, muito perfumadas são
colhidas e mantidas em vasos para perfumar o interior das casas.
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018
– Durante muitos anos, o ácido fórmico, usado no tratamento de
reumatismo e atrite, era extraído de espécies de formigas adultas do
gênero Formica.
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019
– Na floresta tropical, as formigas representam mais da metade da
biomassa total dos artrópodes e superam todos os outros animais em
número de indivíduos.
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020 – Cerca de 1/5 de todas as espécies de aves são nectarívoras, ou seja, alimentam-se basicamente de néctar.
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021 – A palmeira Raphia farinifera apresenta uma das maiores folhas do reino vegetal, que pode chegar a ter mais de 12 metros de comprimento.
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022
– A erosão hídrica rouba o corpo do solo, o que constitui uma perda
irreparável. O homem deve se conscientizar que cada um (1) centímetro de
solo agricultável para ser formado consome, em média, 100 anos.
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023
– As primeiras descrições sobre anéis de crescimento foram feitas por
Leonardo da Vinci no século XV, ao verificar a relação entre os períodos
de chuva e o crescimento das árvores. Clique aqui para saber mais sobre os trabalhos de Leonardo da Vinci.
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024
– Jacareí em São Paulo é a primeira cidade a ganhar uma estação de
tratamento de esgoto com recursos oriundos da cobrança pelo uso da água
no rio Paraíba do Sul. É a estação de São Silvestre que tratará o esgoto
de aproximadamente 9 mil moradores do distrito e tem como principal
vantagem o lançamento do efluente tratado antes do ponto de captação.
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025
– Homenagem ao escritor Guimarães Rosa, o Parque Nacional Grande Sertão
Veredas foi criado em 12/04/1989. Essa Unidade de Conservação preserva
parte do planalto denominado Chapadão Central, que divide as bacias dos
Rios São Francisco e Tocantins.
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026 – Os frutos da pindaíba (Duguetia lanceolata),
árvore encontrada desde Mato Grosso até o Rio Grande do Sul, têm pouca
polpa, por isso se diz que uma pessoa “está na pindaíba” quando se
sustenta com recursos escassos.
Imagens da Fauna e Flora!
Hydrangea macrophylla Cassia leptophylla Araucaria angustifolia
Tiê-sangue (macho) – Ramphocelus bresilius – Mata Atlântica – Itaúnas – Espírito Santo
- Brasil.
Fonte: Flora e Fauna
Imagens: Google Imagens
Aprenda a economizar água
Atitudes
simples, como diminuir o tempo do banho ou fechar a torneira enquanto
escova os dentes, ajudam a combater o desperdício.
Mude alguns hábitos e acabe com o gasto excessivo
Ronaldo
Gonçalves, gestor do Programa de Uso Racional da Água (PURA), da
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), afirma:
“a população mostra alguns sinais de mudança de hábitos e consciência,
já que a média de consumo mensal caiu entre 2000 e 2009”. No entanto,
declara: “Apesar da boa notícia, ainda há muito que fazer para combater a
má utilização”.
Uma
maneira simples de poupar água é tomar banhos menos demorados. Um
chuveiro aberto por 15 minutos gasta cerca de 140 litros. Se esse tempo
for reduzido para 5 minutos e o registro for fechado enquanto você se
ensaboa, cerca de 100 litros de água podem ser economizados.
O
uso correto da torneira de cozinha também é importante. Procure
mantê-la fechada quando for ensaboar as louças e evite deixá-la
pingando. Com essa medida, é possível poupar até 120 litros de água.
Confira mais algumas dicas e reduza o consumo de água em sua casa:
A
reutilização da água também tem papel importante no combate ao
desperdício. Você pode limpar o quintal ou a calçada com a água que foi
usada para enxaguar a roupa, por exemplo. Já a água de chuva pode ser
utilizada na rega de plantas ou na limpeza de pisos.
Fique de olho nos vazamentos
Não
é apenas o mau uso que provoca desperdício de água. Os vazamentos
também fazem com que muitos litros sejam perdidos. É importante ficar
atento a alguns sinais que denunciam o problema. Gonçalves diz: “O
primeiro deles é uma conta com um valor inesperado. São comuns também
mofo, limo nos cantos das paredes e sinais de umidade”.
Descubra como identificar um vazamento em sua residência:
Ao
detectar um vazamento, procure consertá-lo o mais rápido possível. Se
notar o problema na rua, comunique a companhia de água de sua região
imediatamente.
Como Economizar Energia Elétrica!
Todos
os meses chega a nossa porta a fatura da energia elétrica. E os custos
com essa taxa geralmente comprometem uma parcela significativa do nosso
orçamento doméstico. Isso faz com que busquemos alternativas para
controlar os gastos e reduzir o consumo de energia.
A seguir, valiosas dicas para moderar o consumo energético na sua casa e, por conseguinte, reduzir o valor da conta: • Substitua todas as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes, que são muito mais eficientes e reduzem substancialmente o consumo energético, além de durarem por mais tempo; • Ao fazer uso do condicionar de ar, certifique-se de que todas as portas e janelas estão devidamente fechadas. Se houverem frestas, providencie o seu vedamento. A fuga de ar frio faz com que o aparelho trabalhe mais e consuma uma maior quantidade de energia; • Deixe o chuveiro desligado sempre que possível. Eleve a temperatura da água apenas nos dias frios, pois ele é responsável por uma grande parcela do consumo mensal de energia de qualquer residência; • Retire da tomada os carregadores de celulares e outros aparelhos assim que a carga estiver completa, pois há algum consumo de energia mesmo após concluído o carregamento e desconectado o aparelho; • Faça manutenção nos condicionadores de ar com mais de um ano de uso. A limpeza do filtro, especialmente, pode reduzir a carga de trabalho do aparelho; • Acumule muitas peças de roupa e utilize o ferro de passar de uma só vez, pois se tiver que ligar o ferro e aquecê-lo com frequência, o consumo de energia será exagerado; • No momento em que for substituir qualquer eletrônico da sua casa, observe o selo que mostra o consumo de energia nos aparelhos que pretenda comprar. Dê preferência aos mais eficientes; • Trocar a geladeira velha por uma nova mais eficiente pode resultar em uma grande economia mensal, pois esse eletrodoméstico responde por uma grande parcela do consumo energético da casa; • Tire da tomada seus eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos sempre que for passar muito tempo sem utilizá-los, pois eles geralmente consomem energia mesmo no modo de espera. Se você observar as dicas acima, certamente terá uma agradável surpresa ao constatar a redução do valor de sua próxima conta de energia elétrica.
Fonte: Tudo Box
O Que é ECOLOGIA?
A preservação do meio onde vivemos.
Ecologia
(do grego “oikos”, que significa casa, e “logos”, estudo, reflexão), é o
ramo da biologia que estuda as interações entre os seres vivos e o meio
onde vivem, envolvendo a dependência da água, do solo e do ar.
Dessa forma, as relações vão além do comportamento individual e a influência causada pelos fatores ambientais (temperatura, umidade, pressão). Mas se estendem à organização das espécies em populações, comunidades, formando um ecossistema e toda a biosfera.
Entre as principais relações destacam-se:
Relações Intraespecíficas harmônicas → sociedade e colônia; Relações Intraespecíficas desarmônicas → canibalismo e competições Intraespecíficas. Relações interespecíficas harmônicas → mutualismo, protocooperação, inquilinismo e comensalismo; Relações interespecíficas desarmônicas → amensalismo, predatismo, parasitismo e competição interespecífica.
Fonte: Brasil Escola
Aquecimento Global
O
aquecimento global é um problema ambiental que afeta o mundo todo, como
já diz o nome esse problema aquece o planeta Terra, esse aquecimento
tem um lado muito negativo para o meio ambiente e inclusive para os
seres humanos. Um dos problemas que ocorrem com aquecimento global é o
derretimento das calotas polares, a diminuição do gelo também acaba com o
habitat natural de animais polares, além disso, o nível do mar aumenta,
e esse aumento muda o ecossistema marinho e a água pode invadir em suas
proximidades diversas ilhas. O resultado disso tudo é a mudança
climática brusca como a Europa, por exemplo, tem sofrido ondas intensas
de calor com o nível de temperatura que chega a 40°, isso causa um
impacto gigantesco em todo o mundo, o ecossistema não pode ser afetado
porque dependemos dele para a sobrevivência e quando ele sofre algum
dado causa total desequilíbrio em todo o mundo, atingindo de forma geral
a sociedade, fauna, flora e até a economia dos países.
É muito grande o número de desertos que vem surgindo a cada ano no mundo assim como tem ocorrido com freqüência ciclones fora de época que devastam diversas áreas urbanas. As conseqüências mais visíveis desta tragédia que está acontecendo e aumentando a cada dia é de fato o aumento dos níveis dos oceanos e isso causará o desaparecimento de muitas cidades litorâneas daqui um século, o aumento da temperatura faz com que o planeta inteiro se prejudique além de causar o desequilíbrio do ecossistema causando a morte de diversas espécies, aumenta o desmatamento (devido as queimadas causadas pelo tempo seco e quente), desaparecimento de florestas gerando mais problemas, fazendo com aumente as áreas desertas na Terra. Os cientistas acreditam que o aquecimento global está ocorrendo há mais de 150 anos atrás devido principalmente ao efeito estufa causado pelo homem pelo aumento de poluentes antopogênicos causando buracos na camada de ozônio que é uma proteção contra os raios solares, uma vez que a proteção não age como deveria causa danos a Terra porque sem esta proteção o planeta simplesmente não existiria, não haveria vida.
Fonte: Blogers
Recursos naturais
Recursos
naturais renováveis: materiais explorados pelo Homem que podem ser
substituídos de tempos a tempos. Como fontes de energia renováveis temos
a energia eólica, a energia solar, a energia das ondas do mar…
Recursos
naturais não renováveis: materiais explorados pelo Homem que acabam se
intensamente explorados e que para se renovarem é necessário muito
tempo. São exemplos disso o carvão, o petróleo, o gás natural, muitos
minerais e rochas… ha alguns recursos renováveis que se podem tornar não
renováveis em consequência do crescimento da população e do mau uso que
deles fazemos.
Poluição atmosférica
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Ao
longo dos séculos, a atmosfera tem sofrido grandes alterações,
recebendo grandes quantidades de dióxido de carbono, de dióxido de
enxofre e de metano. Estes gases resultam não só da actividade
industrial propriamente dita, como também das alterações nos tipos de
combustíveis utilizados para os transportes e a produção de energia.
Fontes de poluição:
Fontes de poluição são as actividades que libertam para o meio ambiente materiais, substâncias prejudiciais aos seres vivos.
As principais fontes de poluição atmosférica são:
Existe
também outros tipos de poluição como por exemplo, a poluição da água,
poluição do solo, etc. contribuem para a poluição atmosférica.
As
relações entre os diversos ecossistemas terrestres, são tão estreitas
que a poluição de uns afecta igualmente todos os outros.
Assim,
poluentes lançados sobre o solo são transportados pela água e pelo
vento, chegando deste modo a atmosfera, percorrendo lagos, rios e
oceanos.
Países emissores de gases do efeito estufa
1. Estados Unidos 45,8%
2. China 11,9 %
3. Indonésia 7,4%
4. Brasil 5,4 %
5. Rússia 4,8%
6. Índia 4,5%
7. Japão 3,1%
8. Alemanha 2,5 %
9. Malásia 2,1%
10. Canadá 1,8%
O que é desenvolvimento sustentável?
Desenvolvimento
capaz de suprir as necessidades da geração actual, sem comprometer a
capacidade de atender as necessidades das futuras gerações.
Essa
definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e
Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios
de harmonizar dois objectivos: o desenvolvimento econômico e a
conservação ambiental.
Crescimento dos residuos urbanos
Nos
últimos anos o crescimento populacional ocorreu de forma espantosa e
desordenada, culminando em maior consumo e por consequência em maior
volume de resíduos. O consumismo aliado aos produtos descartáveis
aumentou sobremaneira o volume diário de lixo.
Em
2004 a população mundial atingiu 6.400 milhões e continua a crescer em
80 milhões por ano, estando o Brasil em quinto lugar entre os países
mais populosos, atrás da Indonésia, Estados unidos, Índia e China.
O futuro dos recursos naturais
É
necessário conhecer a dinâmica das populações das espécies que são
exploradas, de modo a determinar a quantidade que é possível retirar que
permita a rápida recuperação dessas populações.
Assim,
é necessário calcular a taxa de natalidade e de mortalidade, o tempo de
vida dos indivíduos e outros factores que condicionam a abundância
destas populações. Obviamente, esta quantidade que permite a exploração
sustentada deve ter em conta que os processos biológicos podem ser
alterados ao longo do tempo e que o nosso conhecimento sobre estes é
bastante limitado. Por outras palavras, devemos ser prudentes no
estabelecimento dessa quantidade e monitorizar regularmente as
populações exploradas. Por exemplo, a extinção da anchova do Perú nos
anos 80 deveu-se principalmente a uma sobre-exploração da espécie, mas
também aos efeitos não previstos do El Niño, que acelerou o processo de
extinção. Do mesmo modo, é necessário conhecer a capacidade de
assimilação da poluição, para que se estabeleçam limites adequados aos
níveis de poluentes emitidos. 
Em
resumo, as condições para uma exploração sustentada de recursos
renováveis comuns implica um conhecimento da dinâmica populacional das
espécies a serem exploradas. Além disso, depende também da implementação
de legislação e fiscalização que permitam a renovação destas espécies,
mas sobretudo de uma consciência ambiental sobre a importância de uma
correcta gestão de recursos. Deste modo, será possível uma exploração
sustentada destes, bem como a conservação das espécies que os
constituem.
Fonte: Nota Positiva
“Conclusão”
Precisamos Cada um Fazer a sua Parte,ajudando ao Meio Ambiente,você estará se ajudando.Você
pode se perguntar,mas como estou Ajudando a mim mesmo?Se ajudando para
que muitas e pessoas e até você mesmo não Morra por causa dessas
Catastrofes que estão acontecendo Hoje em Dia.PRESERVE O MEIO AMBIENTE! Ajude a Mãe Natureza a Sobreviver a tantas Desgraças!
“PRESERVE O MEIO AMBIENTE”
Quero Agradecer a todos que me acompanharam em todas as 20 Edições da Coluna “FOCO AMBIENTAL” que em todos essas Edições mostrou a você como é Bom Viver, como é Bom Respirar, Como é Preservar o Meio Ambiente. Espero
que todos tenham aprendido Bastante e Ensinado Bastante, me refiro a
ter Divulgado as Matérias em Outras Redes Sociais para que as Pessoas
Juntas formassem uma Corrente de Amor pela Vida, de Amor pela Natureza. Muito Obrigado pela Grande Audiência! No Próximo Ano tem mais, com a 2º Temporada da Coluna “FOCO AMBIENTAL” Aqui no Portal UHTV! Continuem aqui no UHTV!. Espero por vocês na Próxima TEMPORADA!
@pedrogabriel13p
@ultimahoratv
Hoje acontece o Fim da 1º Temporada das Colunas a seguir:
Confiram algumas das Atrações:
Às 13:00 Trazendo muitas Imagens Engraçadas!
Às 14:00 trazendo muitos Filmes que são ou foram Sucesso de Bilheterias.
Às 15:00 trazendo muitas Frases Sábias, Famosas, Polêmicas e dentre outras.
Às 16:00 Trazendo muitas Dicas e ensinando a vocês como ajudar mais ainda a Preservar o Nosso Planeta.
Hoje às 17:00 tranzendo muito mais Humor para vocês!!!
Depois dessas Minhas Colunas ainda temos muitas Atrações aqui no Portal UHTV! por isso não Percam. Espero por vocês!! Até Lá!
@pedrogabriel13p
@ultimahoratv
Foco Ambiental –> PENÚLTIMA EDIÇÃO: Algumas Soluções para o Meio Ambiente!
Soluções para o meio ambiente
Enxofre: elemento que evita a incidência da radiação solar.
A maior preocupação dos ambientalistas é referente ao assustador aumento no índice de CO2 (gás
carbônico) na atmosfera atual. Este gás é responsável pelo aquecimento
global (efeito estufa). Apresentamos aqui a aplicação de elementos
químicos como alternativa para diminuir as taxas de CO2.
Enxofre (S) na estratosfera
O gás dióxido de carbono (CO2) é um agravante do aquecimento solar. O CO2 absorve
radiação infravermelha e a emite na superfície da Terra, esta então
além de receber a energia proveniente do sol ainda recebe esta cota de
energia extra.
Esta proposta consiste em espalhar Enxofre na estratosfera e induzir à formação de dióxido de enxofre (SO2):
este composto teria a capacidade de refletir os raios incidentes do
sol, desviando seu curso e evitando que chegassem a Terra. Isso causaria
uma diminuição significativa no aquecimento global.
Se este método funcionasse, o dióxido de enxofre funcionaria como uma capa protetora da radiação nociva.
Ferro (Fe) no fundo do mar
As
algas presentes no fundo dos oceanos são eficientes quando o assunto é
absorver dióxido de carbono. Um aumento da população de plânctons (que
são pequenas algas) seria interessante para a diminuição de CO2atmosférico, o que fazer então?
Estudos
mostram que mares com grande concentração de Ferro apresentam mais
plânctons. A ideia de fertilizar os mares com Ferro é multiplicar esta
população de algas para que se tornem verdadeiras faxineiras de nossa
atmosfera.
Através
das alternativas propostas podemos perceber que os elementos Ferro e
Enxofre são soluções para a melhoria do planeta, e diante de tantas
ameaças ambientais, toda ideia é bem vinda.
Fonte: Mundo Educação
Poluição da Água
Poluição ambiental, poluição industrial, poluição das águas, poluição dos rios, contaminação da água, Aqüífero Guarani
.
Foto de Rio Poluído : ameaça ao meio ambiente.
A
água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O
uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem
ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência
seja tomada.
Falta de água
Este
milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a
falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000)
mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de
água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos
países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos
pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os
anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas
vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto
consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas.
Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce,
sendo que apenas 0,08% está em regiões acessíveis ao ser humano.
Causas da poluição das águas do planeta
As
principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são:
poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem
causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos,
dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Em
função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a
exploração de aqüíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na
América do Sul, temos o Aqüífero Guarani, um dos maiores do mundo e
ainda pouco utilizado.Grande parte das águas deste aqüífero situa-se em
subsolo brasileiro.
Problemas gerados pela poluição das águas
Estudos
da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais
demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão
vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um
milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves
problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose,
hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos
por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários
sistemas de saúde destes países.
Soluções
Com
o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos
da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial
de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram
medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes
documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a
vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século
XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento
das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de
alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de
riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a
eficiente administração dos recursos hídricos.
Embora
muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em
congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água
doce não falte. A economia e o uso racional da água deve estar presente
nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve
economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas
conseqüências num futuro pouco distante.
Dicas de economia de água: Feche
bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos,
não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas
atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de
mananciais.
Fonte: Sua Pesquisa
Muito Obrigado pela sua Companhia, essa é a PENÚLTIMA EDIÇÃO DA 1º TEMPORADA da Coluna “FOCO AMBIENTAL“, Não Percam a ÚLTIMA EDIÇÃO no próximo Domingo ás 16:00 da Tarde! Continuem aqui no Portal UHTV!
@pedrogabriel13p
@ultimahoratv
Foco Ambiental –> Aprenda sobre a Flores Fedorentas!
Plantas Fedorentas
Nem
todas as flores do mundo têm cheiro bom. A raflésia (Rafflesia
arnoldi), por exemplo, além de ter esse nome esquisito, é uma flor que
solta cheiro de carniça!
Ela
exala um cheiro de carne podre para atrair insetos, como besouros
e moscas. Esses insetos polinizam a flor, isto é, levam o pólen de uma
raflésia para outra, garantindo sua reprodução.
A
raflésia é uma planta que dá uma flor grandona, de cerca de um metro de
diâmetro. Ela cresce principalmente na Malásia e na ilha de Java, na
Indonésia, que ficam entre os oceanos Índico e Pacífico.
Uma outra flor da
Indonésia também cheira mal como a raflésia. A flor de cadáver
(Amorphophallus titanum) é gigante e tem cheiro de carne podre. A flor
de cadáver fica com quase 2 metros de altura e nasce na ilha de Sumatra.
Essas plantas fedorentas estão ameaçadas de extinção pois sua
reprodução é super difícil.
Fonte: Canal Kids
A Chuva Ácida!
A
queima de carvão e de combustíveis fósseis e os poluentes industriais
lançam dióxido de enxofre e de nitrogênio na atmosfera. Esses gases
combinam-se com o hidrogênio presente na atmosfera sob a forma de vapor
de água. O resultado são as chuvas ácidas. As águas da chuva, assim como
a geada, neve e neblina, ficam carregadas de ácido sulfúrico ou ácido
nítrico. Ao caírem na superfície, alteram a composição química do solo e
das águas, atingem as cadeias alimentares, destroem florestas e
lavouras, atacam estruturas metálicas, monumentos e edificações.
O gás carbônico (CO2) expelido pela nossa respiração é consumido, em parte, pelos vegetais, plâncton e fitoplâncton e o restante permanece na atmosfera.
Hoje em dia, a concentração de CO2 no ar atmosférico tem se tornado cada vez maior, devido ao grande aumento da queima de combustíveis contendo carbono na sua constituição. A queima do carbono pode ser representada pela equação:
C + O2 —> CO2
Tanto o gás carbônico como outros óxidos ácidos, por exemplo, SO2 e NOx,
são encontrados na atmosfera e as suas quantidades crescentes são um
fator de preocupação para os seres humanos, pois causam, entre outras
coisas, as chuvas ácidas.
O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a preciptação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios.
Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis.
O termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert Angus Smith, químico e climatologista inglês. Ele usou a expressão para descrever a preciptação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início da Revolução Industrial. Com o desenvolvimento e avanço industrial, os problemas inerentes às chuvas ácidas têm se tornado cada vez mais sérios.
Um dos problemas das chuvas ácidas é o fato destas poderem ser transportadas através de grandes distâncias, podendo vir a cair em locais onde não há queima de combustíveis.
Fonte: Programa Educar
Agradeço
muito pela sua Companhia, e espero que tenham aprendido e gostado muito
da Edição de Hoje! No próximo Domingo a Coluna “FOCO AMBIENTAL” estará
de volta. Continuem aqui no Portal UHTV!
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Foco Ambiental –> Aprenda mais sobre o que é uma Planta Carnívora!
As Plantas Canívoras
Pode
ficar tranquilo, que elas não comem gente. E, apesar do nome, também
não comem carne! As plantas carnívoras gostam mesmo é de um bom inseto,
seja ele uma mosca apetitosa, um gafanhoto gostoso, um delicioso besouro
ou uma borboleta docinha. Existe uma única exceção: a Nepenthes rajah, que
vive em Bornéu, na Indonésia, continente asiático. Essa pode ser
considerada uma verdadeira planta carnívora: devora passarinhos,
lagartos e até pequenos sapos!
Algumas
das plantas carnívoras têm uma arma super poderosa na caça aos insetos:
o perfume do seu néctar. Quando um inseto é atraído pelo perfume e se
aproxima, a danada da flor aprisiona o coitadinho com gotas de uma
substância gosmenta. Argh!
Outras
espécies de plantas carnívoras atraem insetos pelo brilho dessas
substâncias . Há ainda aquelas mais ousadas, que fecham suas pétalas com
grande rapidez, engolindo os pequenos bichos como se fechassem uma
bocona.
As
plantas carnívoras então envolvem o animal com substâncias digestivas,
produzidas por uma glândula especial que só elas possuem. No processo
de digestão, elas retiram de suas vítimas os elementos de nutrição que
não encontram no solo, de onde as raízes normalmente tiram o sustento
dos vegetais.
Os
cientistas acreditam que as plantas carnívoras sejam espécies muito
antigas, de até 65 milhões de anos. Hoje elas correm o risco de
desaparecer. A dificuldade de capturar insetos em certos ambientes pode
levá-las à extinção.
Fonte: Canal Kids
O que é um iceberg?
O
iceberg é um bloco de gelo gigantesco que pode medir quilômetros: o que
a gente vê na superfície não é tudo, a maior parte do iceberg fica
dentro da água!
Por
incrível que pareça, o gigante de gelo não é salgado… Formado por água
doce, ele fica congelado em geleiras e quando se solta, navega pelo mar
gelado sem destino.
A Antártica e a Groenlândia são os principais pontos onde se formam icebergs.
Bom, agora que você já está por dentro sobre o básico desses “monstros de gelo”, que tal saber algumas curiosidades?
Curiosidades geladas
Existem
4 imagens nessa composição: o céu, o fundo, o topo do iceberg
(fotografado na Antártica) e a parte inferior do iceberg (fotografado
acima do nível do mar no Alasca e virado na composição final).
- Os icebergs habitam este planeta há mais de dez mil anos!
- Um iceberg médio é pesado pra chuchu: tem cerca de 20 milhões de toneladas!
-
O maior iceberg que já encontraram flutuando por aí era maior que a
Bélgica: tinha 335 quilômetros de comprimento e 97 quilômetros de
largura. Ele foi encontrado no Oceano Pacífico pelo navio
norte-americano Glacier em dezembro de 1956.
Que tal beber água de iceberg?
Dá
para acreditar que tem gente que paga caro para beber água de iceberg?
Pedaços do gigante gelado são derretidos e engarrafados com o nome de
Borealis.
A
propaganda chama a tal água de “a mais pura das puras” para provocar os
fabricantes de uma água francesa muito famosa. Enquanto a concorrente
percorre um caminho de dez anos entre rochas vulcânicas que, além de
purificá-la, ainda a enriquecem com minerais, os pedaços de iceberg mais
jovens possuem cerca de dez mil anos! Isso quer dizer que, bem antes do
planeta começar a sofrer os efeitos da poluição, os icebergs já
existiam.
Mas
como competição é competição, os franceses já arregaçaram as mangas
para atacar a Borealis! Eles disseram que a água pode conter xixi de
animais polares! Credo!
|
Esta
tirinha foi gentilmente cedida pelo Prof. Francisco Caruso e faz parte
da coleção “Tirinhas de Física”, volume 4, que ele produziu junto com
Luiza Daou. Muitas outras tirinhas podem ser vistas na página da
Oficina EDUHQ.
Fontes: Canal Kids
Instituto de Bioquimica Médica UFRJ
Obrigado
pela sua Companhia! Espero que tenham aprendido mais ainda, pois essa
Assunto creio que muitos de vocês já tenham aprendido a muito Tempo, ok?
Por Hoje é só, mas no próximo Domingo estarei novamente com vocês, para
Trazer Muitas Novas Matérias, aqui no “FOCO AMBIENTAL“. Continuem aqui no Portal UHTV!
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Foco Ambiental –> Aprenda mais sobre o Rio São Francisco e Energia Solar!
Rio São Francisco
Nascente, dados, extensão, importância econômica, transposição, afluentes, bacia hidrográfica, foto.
Rio São Francisco: o rio da integridade nacional
Localização e informações geográficas
O
rio São Francisco, popularmente conhecido por “Velho Chico”, nasce na
Serra da Canastra (Minas Gerais). Possui uma extensão de 2800
quilômetros e atravessa os estados de Minas
Gerais, Bahia,Pernambuco, Sergipe e Alagoas.
O rio São Francisco desemboca no Oceano Atlântico e possui vários rios afluentes em sua bacia hidrográfica: Abaeté, das Velhas, Paraopeba, Jequitaí, Paracatu, Verde Grande, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande.
O São Francisco possui uma grande importância econômica na região por onde passa, pois, é usado para navegação (em alguns trechos), irrigação de plantações e pesca. Em função desta importância, existe um projeto do governo federal que pretende fazer a transposição do rio para que as águas possam atingir regiões que sofrem com a seca nordestina.
O rio São Francisco também é uma importante via de transporte de mercadorias na região. Os principais produtos transportados, em embarcações especiais, são: sal, arroz, soja, açúcar, cimento, areia, manufaturados, madeira e alguns minérios. Há também o transporte de turistas, pois o passeio pelo rio é muito procurado.
O rio São Francisco desemboca no Oceano Atlântico e possui vários rios afluentes em sua bacia hidrográfica: Abaeté, das Velhas, Paraopeba, Jequitaí, Paracatu, Verde Grande, Urucuia, Carinhanha, Corrente e Grande.
O São Francisco possui uma grande importância econômica na região por onde passa, pois, é usado para navegação (em alguns trechos), irrigação de plantações e pesca. Em função desta importância, existe um projeto do governo federal que pretende fazer a transposição do rio para que as águas possam atingir regiões que sofrem com a seca nordestina.
O rio São Francisco também é uma importante via de transporte de mercadorias na região. Os principais produtos transportados, em embarcações especiais, são: sal, arroz, soja, açúcar, cimento, areia, manufaturados, madeira e alguns minérios. Há também o transporte de turistas, pois o passeio pelo rio é muito procurado.
Curiosidade:
O rio São Francisco também é conhecido como rio da integração nacional.
Fonte: Sua Pesquisa
O Que é Energia Solar?
ENERGIA LIMPA
O
homem o único animal do planeta que causa poluição e danos ao meio
ambiente. Isso acontece, em parte, porque a vida na sociedade de hoje
utiliza em grandes quantidades fontes de energia poluentes, como os
combustíveis fósseis (petróleo, gasolina, diesel), ou que causam
transformações ambientais que prejudicam a natureza, como as usinas
hidrelétricas.
Nas
usinas, a força das águas represadas dos rios é utilizada para a
produção de energia elétrica , que move praticamente tudo o que você vê à
sua volta. Essas usinas s‹o a principal maneira de se obter energia.
O
único problema é que para construir represas e usinas é preciso alagar
uma área enorme e muitas vezes mexer no caminho que o rio faz. Essa
alteração do meio ambiente atrapalha a vida dos bichos e das plantas da
região, além de mudar radicalmente a paisagem, muitas vezes destruindo
belezas naturais. Também saem prejudicadas as pessoas que moram por
perto e têm que se mudar por causa da inundação.
Um das maneiras de dar uma mãozinha para a natureza é usar formas alternativas de energia, as chamadas energias limpas.
Um das maneiras de dar uma mãozinha para a natureza é usar formas alternativas de energia, as chamadas energias limpas.
A energia
solar e a energia éolica (do vento) podem ser transformadas em energia
elétrica! Além de serem fontes praticamente inesgotáveis, elas não
deixam resíduos no meio ambiente. As energias limpas estão sendo cada
vez mais utilizadas para construir um futuro diferente para o nosso
planeta.
Sabia
que em apenas uma hora o Sol despeja sobre a Terra uma quantidade de
energia maior que o consumo do mundo em um ano inteiro?
O ASTRO-REI DA ENERGIA
Sabia que em apenas uma hora o Sol despeja sobre a Terra uma quantidade de energia maior que o consumo do mundo em um ano inteiro? Por que não aproveitar esse mundão de energia? Foi o que os cientistas pensaram, ainda mais levando em conta que o petróleo um dia vai acabar: usar o Sol para conseguir energia elétrica e fazer funcionar os eletrodomésticos, a TV, os carros e até os satélites. Isso mesmo: os satélites, que transmitem informações para a Terra e são os grandes responsáveis pelas telecomunicações, são abastecidos pelo Sol através de imensas placas solares!
Mas
você pode estar pensando: é, mas o Sol também vai acabar… Não tem
jeito: um dia o Sol vai morrer, como acontece com todas as estrelas.
Mas, calma. Ainda vai demorar 7,5 bilhões de anos! Até lá podemos usar e
abusar do astro-rei.
A energia solar tem muitas vantagens: não agride a natureza, pois não polui nem faz barulho, os raios de Sol são de graça e os equipamentos duram muitos anos. A energia solar pode ser a melhor alternativa para evitar as inundações causadas pelas usinas hidrelétricas e a poluição provocada pelo petróleo. Mas enquanto a energia solar não está a toda, o melhor a fazer é mesmo economizar o máximo de energia que pudermos!
A energia solar tem muitas vantagens: não agride a natureza, pois não polui nem faz barulho, os raios de Sol são de graça e os equipamentos duram muitos anos. A energia solar pode ser a melhor alternativa para evitar as inundações causadas pelas usinas hidrelétricas e a poluição provocada pelo petróleo. Mas enquanto a energia solar não está a toda, o melhor a fazer é mesmo economizar o máximo de energia que pudermos!
Por
Hoje é só… Aguardo vocês novemente no Próximo Domingo aqui no Portal
UHTV!. Lembrem-se, ainda Hoje temos mais Colunas Super Divertidas!
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Foco Ambiental –> O que é o Efeito Estufa? Aprenda Agora!
Efeito Estufa
Efeito estufa provoca o aquecimento do planeta.
Do
total de raios solares que atingem o planeta, quase 50% ficam retidos
na atmosfera, o restante que alcança a superfície terrestre aquece e
irradia calor, esse processo é chamado de efeito estufa.
Apesar
de o efeito estufa ser figurado como algo ruim, esse processo é um
evento natural que favorece a proliferação da vida no planeta Terra. O
efeito estufa tem como finalidade impedir que a Terra esfrie demais,
caso a Terra tivesse a temperatura muito baixa certamente não teríamos
tantas variedades de vida. Contudo, recentemente uma série
de estudos realizados por pesquisadores e cientistas, principalmente no
século XX, têm indicado que as ações antrópicas (ações do homem) têm
agravado esse processo por meio de emissão de gases na atmosfera,
especialmente o CO2.
O
dióxido de carbono (CO2) é produzido a partir da queima de combustíveis
fósseis usados em veículos automotores movidos à gasolina e óleo
diesel. Esse não é o único agente que contribui para emissão de gases,
existem outros como as queimadas em florestas, pastagens e lavouras após
a colheita.
Com
o intenso crescimento da emissão de gases e também de poeira que vão
para a atmosfera, certamente a temperatura do ar terá um aumento de
aproximadamente 2ºC em médio prazo. Caso não haja um retrocesso na
emissão de gases, esse fenômeno ocasionará uma infinidade de
modificações no espaço natural e, automaticamente, na vida do homem. Dentre muitas as principais são:
•
Mudanças climáticas drásticas, onde lugares de temperaturas
extremamente frias sofrem elevações e áreas úmidas enfrentam períodos de
estiagem. Além disso, o fenômeno pode levar áreas cultiváveis e férteis
a entrar em um processo de desertificação.
• Aumento significativo na incidência de grandes tempestades, furacões ou tufões e tornados.
• Perda de espécies da fauna e flora em distintos domínios naturais do planeta.
•
Contribuir para o derretimento das calotas de gelo localizadas nos
polos e, consequentemente, provocar uma elevação global nos níveis dos
oceanos.
O
tema “efeito estufa” é bem difundido nos mais variados meios de
comunicação de massa do mundo, além de revistas científicas e livros, no
entanto a explicação é razoavelmente simples. Em razão de os gases se
acumularem na atmosfera, a irradiação de calor da superfície fica retida
na atmosfera e o calor não é lançado para o espaço, dessa forma, essa
retenção provoca o efeito estufa artificial. Abaixo um esboço de como
ocorre o efeito estufa natural e artificial ou provocado pelo homem.
Efeito estufa natural favorável à vida na Terra.
Obrigado
pela sua Audiência, espero que tenham aprendido mais ainda. Espero por
vocês no próximo Domingo. Continuem aqui no Portal UHTV!
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Foco Ambiental –> O papel das florestas na vazão dos rios!
O papel das florestas na vazão dos rios
A relação floresta/infiltração reduz as enxurradas nos períodos chuvosos
Geralmente,
no período chuvoso, as pessoas ficam temerosas com inundações
provocadas pela grande vazão dos rios. Já durante a estiagem, a
preocupação é com a escassez de água, que reduz a disponibilidade de
captação para abastecimento doméstico, industrial e irrigação. Nessas
ocasiões costuma-se lembrar da importância das florestas e dos riscos
gerados pelo desmatamento.
Embora a
principal responsável pela presença ou ausência de água nos rios seja a
própria chuva, pela sua precipitação ou não, as florestas desempenham
importante papel no regime de vazão, tanto nos pequenos riachos, quanto
nos grandes rios.
Isto se deve a vários
fatores, mas, principalmente, a dois: infiltração e escoamento
superficial da água. A formação arbórea recebe a água das chuvas e
facilita a sua infiltração no solo, que a armazena no lençol freático,
para depois liberá-la lentamente nas nascentes e margens dos cursos de
água. Sem a floresta, a água cai direto no solo e escoa pela superfície,
em enxurrada, arrastando terra e provocando enchentes.
Esta é a regra, embora não
possa se aplicar inteiramente em eventos climáticos extremos, como de
chuvas intensas por vários dias ou secas prolongadas.
Assim, a relação
floresta/infiltração reduz as enxurradas nos períodos chuvosos e
possibilita disponibilidade hídrica durante as estiagens. Já a relação
desmatamento/escoamento superficial provoca, respectivamente, picos de
cheias e falta de água. Em outras palavras, a floresta é uma
regularizadora do regime de vazões, amortecendo os picos para cima e
para baixo, e em conseqüência, reduzindo os riscos de inundação e de
escassez de água.
Um estudo hidrológico
realizado de junho a outubro de 2010, na bacia hidrográfica do rio
Natuba, afluente do rio Tapacurá, comparou a vazão de três riachos
(convertida em vazão específica, correspondente a litros/segundo/Km2)
sob o mesmo regime de chuvas, cujas microbacias de drenagem apresentam
distintos usos de solo.
Durante as chuvas, a vazão do
riacho que possui a sua área de drenagem usada integralmente para
agricultura de ciclo curto e pasto, foi até sete vezes superior a do
riacho cuja microbacia é coberta por floresta nativa. Intermediariamente
se comportou a microbacia de uso misto, com capoeiras em regeneração e
agricultura.
Por outro lado, quando da
suspensão das chuvas, a vazão do riacho com cobertura florestal
manteve-se sempre superior à do riacho com agricultura, atenuando assim
os picos de baixa vazão.
Isto significa que a floresta
e o seu solo funcionaram como uma esponja, retendo a água durante os
picos de precipitação, para liberá-la em seguida, cumprindo um
importante papel de regularização de vazões.
O trabalho de pesquisa,
orientado por mim, foi desenvolvido por Felipe Alcântara para a
conclusão do Mestrado em Engenharia Civil, na área de Tecnologia
Ambiental e Recursos Hídricos da UFPE.
Esta reflexão é
particularmente oportuna quando se têm em pauta as alterações no Código
Florestal, sendo importante garantir as áreas de recarga de aqüíferos e
de proteção das margens de cursos de água e nascentes, com a presença de
formações florestais.
Fonte: NE10
Obrigado pela sua Audiência,até próximo Domingo ás 16:00 da Tarde,aqui no UHTV!.
Continuem aqui Curtindo as Colunas do UHTV!,ainda hoje tem Ótimas Colunas para vocês!
Foco Ambiental –> Aprenda mais Sobre as Usinas Eólicas.
Energia eólica
A energia eólica é a energia que provém do vento. O termo eólico vem do latim aeolicus, pertencente ou relativo a Éolo, deus dos ventos na mitologia grega e, portanto, pertencente ou relativo ao vento.
Conversão em energia mecânica
A
energia eólica tem sido aproveitada desde a antiguidade para mover
os barcos impulsionados por velas ou para fazer funcionar a engrenagem
de moinhos, ao mover as suas pás. Nos moinhos de vento a energia eólica
era transformada em energia mecânica, utilizada na moagem de grãos ou
para bombear água. Os moinhos foram usados para fabricação de farinhas e
ainda para drenagem de canais, sobretudo nos Países Baixos.
Conversão em energia elétrica
Na
atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores –
grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. Essas turbinas têm
a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um
gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques
eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção
de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para
alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É
possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se
trata de requisitos limitados de energia elétrica.
A
energia eólica pode ser considerada uma das mais promissoras fontes
naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se
esgota, limpa, amplamente distribuída globalmente e, se utilizada para
substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito
estufa. Em países como o Brasil, que possuem uma grande malha
hidrográfica, a energia eólica pode se tornar importante no futuro,
porque ela não consome água, que é um bem cada vez mais escasso e que
também vai ficar cada vez mais controlado. Em países com uma malha
hidrográfica pequena, a energia eólica passa a ter um papel fundamental
já nos dias atuais, como talvez a única energia limpa e eficaz nesses
locais. Além da questão ambiental, as turbinas eólicas possuem a
vantagem de poderem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas
como em lugares isolados, não sendo necessário a implementação de linhas
de transmissão para alimentar certas regiões (que
possuam aerogeradores).
A
capacidade de geração de energia eólica no Brasil foi de 606 megawatts
(MW) em 2009, onde houve um aumento de 77,7% em relação ao ano anterior.
A capacidade instalada em 2008 era de 341 MW. O Brasil responde por
cerca da metade da capacidade instalada na América Latina, mas
representa apenas 0,38% do total mundial.
Os
EUA lideram o ranking dos países que mais produzem energia através de
fonte eólica. O total instalada nesse país ultrapassa os 35 GW. Atrás
deles vem a Alemanha, com cerca de 26 GW instaladas, e a China, com 25
GW.
Em
alguns países, a energia elétrica gerada a partir do vento representa
significativa parcela da demanda. Na Dinamarca esta representa 23% da
produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal e na Espanha (dados
de setembro de 2007). Globalmente, a energia eólica não ultrapassa o 1%
do total gerado por todas as fontes.
O
custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos
anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que
custava no final dos anos 1990, e essa queda de custos deve continuar
com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores. No
ano de 2003 a energia eólica foi a forma de energia que mais cresceu
nos Estados Unidos.
A
maioria das formas de geração de eletricidade requerem altíssimos
investimentos de capital e baixos custos de manutenção. Isto é
particularmente verdade para o caso da energia eólica, onde os custos
com a construção de cada aerogerador podem alcançar milhões de reais, os
custos com manutenção são baixos e o custo com combustível é zero. Na
composição do cálculo de investimento e custo nesta forma de energia
levam-se em conta diversos fatores, como a produção anual estimada, as
taxas de juros, os custos de construção, de manutenção, de localização e
os riscos de queda dos geradores. Sendo assim, os cálculos sobre o real
custo de produção da energia eólica diferem muito, de acordo com a
localização de cada usina.
Apesar
da grandiosidade dos modernos moinhos de vento, a tecnologia utilizada
continua a mesma de há 1000 anos, tudo indicando que brevemente será
suplantada por outras tecnologias de maior eficiência, como é o caso
da turbovela, uma voluta vertical apropriada para capturar vento a baixa
pressão ao passar nos rotores axiais protegidos internamente. Esse tipo
não oferece riscos de colisões das pás com objetos voadores (animais
silvestres) e não interfere na áudiovisão. Essa tecnologia já é uma
realidade que tanto pode ser introduzida no meio ambiente marinho como
no terrestre.
2 Imagens de Usinas Eólicas!
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Obrigado
pela Audiência, espero você acompanhando novamente a Coluna “FOCO
AMBIENTAL” no próximo Domingo às 16:00, aqui no Portal UHTV!
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Foco Ambiental –> Aprenda mais Sobre o que São as Placas Tectônicas.
Placas Tectônicas
O conceito das Placas Tectônicas é
relativamente recente, e revolucionou a Ciência do século 20. Este
conceito propõe que todos os terremotos, atividade vulcânica, e
processos de construção de montanha são causados pelo movimento de
blocos rígidos chamado placas que compõem a capa da superfície da Terra,
ou litosfera (lithosphere).
Em
1912, Alfred Wegner colocou sua teoria que a crosta terrestre era
segmenta em doze grandes zonas que denominou de placas tectônicas, que
estão em contínua modificação, e que os continentes se haviam formado a
partir de um único continente chamado Pangea.
Os movimentos de deriva foi o que deu lugar a formação dos atuais continentes que se formaram a partir do Pangea.
Pela Teoria das Placas Tectônicas, a superfície da Terra está composta de uma dúzia de
grandes placas e outras várias de menor tamanho.
O encontro de duas placas tectônicas
Várias razões levaram a formação do conceito das placas tectônicas e da deriva dos continentes:
•
No alargamento dos mares, quando o magma esfria e se solidifica no solo
submarino, os minerais magnéticos do material novo se solidificam de
acordo com a polaridade do campo magnético da Terra na ocasião de seu
resfriamento.
• Quando o campo magnético da Terra reverte sua polaridade, o novo magma se solidifica adquirindo a polaridade inversa.
• Assim
a crosta oceânica possui o registro da própria formação, com a primeira
mudança de polaridade registrada próximo ao limite entre as placas,
onde a lava atinge a superfície e as mais antigas, próximas dos margens
continentais, formadas quando o oceano era jovem em torno de 180 a 200
milhões de anos.
• Isso demonstra que os continentes devem ter se movido em direções opostas abrindo espaço para o oceano desde a Era Jurássica.
• Outra confirmação do conceito veio do estudo da distribuição de estruturas geológicas que passam de um continente para outro.
• Geologistas
da Universidade de Cambridge usaram o computador para colocar todos os
continentes e ilhas da Terra juntos como num quebra-cabeças,
considerando contornos submarinos. O resultado foi impressionante,
apresentando muito poucos buracos e sobreposições.
• Comparando
a estrutura e composição das rochas e solo dos continentes que o modelo
indica terem sido um só, confirmando que o modelo é bem próximo ao
correto.
• Finalmente
o estudo da fauna marinha e flora das diferentes áreas durante os anos
também apresenta provas do movimento dos continentes.
Os modelos de Interação entre as Placas Tectônicas são quatro:
Subducção - ocorre onde duas placas de espessura semelhante entram em contato entre si.
Deslizamento - se produz quando duas placas oceânicas entram em contato, ou também uma placa continental e uma oceânica.
Extrusão -
este fenômeno ocorre quando se juntam duas delgadas placas tectônicas
que deslizam em direções opostas, como é o caso do contacto de duas
placas do fundo oceânico.
Acrecencia - acontecem quando há um leve impacto entre uma placa oceânica e uma continental.
McAlester associa os movimentos das placas com a energia calorífica concentrada abaixo da litosfera.
Rikitake
indica que o esquema general de desarranjo das placas, está relacionado
com os movimentos de convecção das camadas inferiores, as quais estão
em estado viscoso devido ao calor.
Nas
zonas de extrusão aparece uma ”nova crosta”, enquanto nas zonas de
subducção as placas que penetram por baixo se fundem, por efeito do
calor liberado na interação entre as placas baixas sob condições de
elevada pressão, dando lugar ao magma. O que explicaria a freqüência de
vulcões ativos situados nestas zonas de subducção.
Os limites entre as placas são de três tipos:
• Onde elas se afastam, no meio do oceano, nova crosta se forma com o material expelido do interior da Terra;
• Onde uma placa avança para baixo de outra, parte da placa é consumida pela alta temperatura das camadas inferiores;
• Onde as placas se movem em direções opostas, causando falhas.
Acredita-se
que os atuais oceanos da Terra foram formados pela geração de nova
crosta entre placas que se afastaram; e que a convergência de placas deu
origem a cadeias de montanhas.
Os oceanos da Terra encontram-se em diferentes estágios de formação:
• O Oceano Pacífico é antigo e já está diminuindo em ambos os lados, o que poderá resultar na colisão da Ásia com as Américas.
• O Oceano Índico está crescendo no oeste e diminuindo no leste.
• O Atlântico encontra-se ainda em expansão em ambos os lados.
• O Mar Vermelho é o embrião de um futuro oceano.
Os
Alpes originaram-se da colisão da placa da África com a da Europa. Há
restos de crosta oceânica ali, indicando que havia um oceano onde agora
há uma cadeia de montanhas. O mesmo acontece na região dos Himalaias,
causado pela colisão das placas da Índia e da Ásia.
Os
terremotos ocorrem com bastante freqüência nos limites das placas
tectônicas. Áreas como o lado oeste da América do Sul estão sobre área
de compressão de placas. O lado oeste da África, por exemplo, está sobre
o centro de uma placa e os movimentos tectônicos não se manifestam.
Fonte: Cola da Web
Mergulhador fotografa divisão entre placas tectônicas na Islândia
O
britânico Alexander Mustard documentou um mergulho entre as placas
tectônicas da América do Norte e da Eurásia, que se afastam a cada ano.
Fonte: BBC – http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/not … andia.html
O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
A aventura para conhecer a “fronteira” entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.

Fotos foram tiradas nas imediações do Parque Nacional Thingvellir. (Foto: Alexander Mustard / Solent )
Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.
Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram ‘o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas’.
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.
Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registro fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.

Mergulhadores chegaram a atingir até 60 metros de profundidade. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
Placas tectônicas
A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.
De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma “colcha de retalhos” de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.

Fenda entre duas placas tectônicas foi estudada. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo, movendo entre um e dez centímetros por ano – velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.
O fundo do oceano está sendo constantemente modificado, com a criação de novas crostas feitas da lava expelida das profundezas da Terra e que se solidifica no contato com a água fria. Assim, as placas tectônicas se movem, gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.
As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.

Alexander Mustard é especializado em fotografia no fundo do mar. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
Fonte: BBC – http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/not … andia.html
O fotógrafo britânico Alexander Mustard registrou o mergulho que ele e outros colegas fizeram na fenda entre as placas tectônicas da América do Norte e da Eurásia.
A aventura para conhecer a “fronteira” entre as duas placas ocorreu no Parque Nacional Thingvellir, na Islândia. A paisagem submersa do parque é cheia de vales, falhas e fontes de lava, formados pelo afastamento gradual entre as duas placas, que se distanciam cerca de 2,5 centímetros uma da outra a cada ano.
Fotos foram tiradas nas imediações do Parque Nacional Thingvellir. (Foto: Alexander Mustard / Solent )
Os mergulhadores que participaram da expedição desceram cerca de 24 metros na fenda entre as placas, mas chegaram a até 60 metros de profundidade em cânions como o Silfra e o Nikulasargia.
Mustard, de 36 anos, diz que as imagens mostram ‘o mundo submarino único da Islândia, que, assim como a ilha, é formado por paisagens vulcânicas’.
A lava e o vapor quente na interseção entre as placas criou também a chaminé hidrotermal Arnarnes Strytur, visitada pelos mergulhadores. A água é expulsa da chaminé 80°C e forma uma coluna turva ao entrar em contato com a água do mar, que está a 4°C.
Alexander Mustard é especializado em imagens submarinas. Um de seus trabalhos mais conhecidos é o registro fotográfico de destroços de navio no fundo do mar ao redor do mundo.
Mergulhadores chegaram a atingir até 60 metros de profundidade. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
Placas tectônicas
A noção de placas tectônicas foi desenvolvida nos anos 1960 para explicar as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.
De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma “colcha de retalhos” de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do manto, uma região com magma nas profundezas da terra.
Fenda entre duas placas tectônicas foi estudada. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo, movendo entre um e dez centímetros por ano – velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.
O fundo do oceano está sendo constantemente modificado, com a criação de novas crostas feitas da lava expelida das profundezas da Terra e que se solidifica no contato com a água fria. Assim, as placas tectônicas se movem, gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.
As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.
Alexander Mustard é especializado em fotografia no fundo do mar. (Foto: Alexander Mustard / Solent)
Fonte: Mochileiros
Esperam
que tenham Gostado e Aprendido mais ainda. Por Hoje é só… Obrigado pela
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